​Área de Pesquisa

Levi DeCarvalho, PhD

(coordenador)

Projeto de pesquisa:

Fortalezas e debilidades do movimento missionário ibero-americano

Fase I   - Perspectivas aqueles que vão.

Fase II  - Perspectivas aqueles que recebem.

Fase III - Perspectivas aqueles que enviam.

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FORTALEZAS E DEBILIDADES DO MOVIMENTO MISSIONÁRIO IBERO-AMERICANO

RELATÓRIO DA FASE III - PERSPECTIVAS DOS ENVIADORES (2017)

Levi DeCarvalho, PhD

Começando com o Congresso de Granada (Espanha, 2006), a COMIBAM Internacional tem procurado conhecer em profundidade quais são os pontos fortes e fracos do movimento missionário ibero-americano. Dez anos depois, no Congresso de Bogotá (Colômbia, 2017), apresentamos um resumo dos dados coletados durante estes dez anos do projeto.


Para facilitar nosso trabalho de pesquisa, procuramos entender nossa atuação missionária a partir de três perspectivas:

Fase I: Aqueles que vão (obreiros de campo);

Fase II: Aqueles que recebem (líderes nacionais de cada país/região onde os obreiros atuam);

Fase III: Aqueles que enviam (pastores, capacitadores, mobilizadores, intercessores, etc.).
 

Em cada fase, reunimos vários temas que refletem como estamos obedecendo à comissão de fazer discípulos de Jesus Cristo entre todas as nações. Alguns temas nos surpreenderam nesse processo, outros nos preocupam e nos desafiam a melhorar o que pode ser melhorado — sempre na dependência de Deus para levar o Evangelho do Senhor Jesus até aos confins da terra.


Cada igreja, denominação, organização ou agência tem suas próprias características e sua maneira de fazer missões. Não podemos impor a ninguém como fazer a obra missionária, mas, sim, podemos sugerir temas que merecem nossa atenção a partir de dados concretos obtidos nas três fases do projeto de pesquisa.


Com base nesta pesquisa, os líderes de missões podem promover ajustes e mudanças de acordo com suas necessidades e de acordo com a sua percepção dos tópicos sugeridos em cada fase.


Algumas dessas questões cruciais são compartilhadas neste relatório (Fase III). Por exemplo, temas como a aprendizagem de idiomas, a resolução de conflitos com os nacionais, o descanso dos obreiros, sua necessidade de atualização periódica para acompanhar os desafios e as realidades do campo missionário são alguns dos assuntos que merecem a nossa atenção urgente.


Depois de completar dez anos de pesquisa, é hora de refletir sobre o que temos feito até aqui. Cada um, em seu ministério e de acordo com suas estratégias, pode repensar como mobiliza os obreiros, que tipo de treinamento lhes oferece, como os envia e como os assiste no trabalho de campo.
 

O trabalho missionário não termina quando o obreiro deixa seu campo de trabalho — seja para se aposentar ou por outro motivo. Como os recebemos, como podemos ajudá-los, como aproveitar sua experiência — tudo isto exige de nós uma estratégia que leve em conta sua individualidade e o potencial missionário de nossas igrejas e instituições.


Um fato que particularmente nos deixou animados nestes dez anos de pesquisa foi ouvir de muitos líderes nacionais que eles desejam planejar conosco o trabalho que desenvolvemos em seus países ou regiões. Isso significa que eles estão dispostos a compartilhar conosco a carga de levar o Evangelho a suas comunidades, em todo o mundo.


Convidamos você a ler e refletir sobre este relatório, que — esperamos — seja útil para a parte que lhe cabe na Grande Comissão de Jesus Cristo.

Levi de Carvalho, PhD
Coordenador da Área de Pesquisa

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